Aquisição

Rede global de adquirência

Aceda a uma rede global de adquirentes através de uma única integração. A Cardflo liga-o a parceiros adquirentes Tier 1 e especializados em todo o mundo, permitindo-lhe processar pagamentos de forma eficiente em diversos mercados.

Tire partido da nossa infraestrutura para expandir o seu alcance e otimizar o sucesso das transações internacionais.

Categoria
Aquisição
Funcionalidades
10
Disponível em
Todos os planos
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A visão geral

Uma rede global de adquirência serve como a camada principal para o processamento de pagamentos transfronteiriços, facilitando as conexões entre comerciantes e adquirentes locais em diferentes jurisdições.

Ao integrar-se com um conjunto diversificado de parceiros adquirentes através de uma interface unificada, as empresas podem encaminhar transações com base na origem geográfica do emissor do titular do cartão e do Código de Categoria de Comerciante (MCC) específico.

Esta estrutura ajuda a reduzir a dependência de um único fornecedor e minimiza a incidência de recusas transfronteiriças. A rede gere a complexidade técnica da comunicação com múltiplas instituições financeiras, cada uma com protocolos de autorização e ciclos de liquidação únicos.

Esta proximidade regional resulta tipicamente em taxas de autorização mais elevadas, uma vez que as transações domésticas são vistas com perfis de risco mais baixos pelos emissores.

Além disso, a capacidade de liquidar em moedas locais reduz o impacto da volatilidade do câmbio na lucratividade do comerciante.

Num ambiente onde os quadros regulamentares, como a PSD2, influenciam o processamento local, uma base de adquirência ampla atua como uma salvaguarda fundamental para a continuidade das transações.

Como funciona

  1. Integração e configuração do comerciante

    O comerciante é submetido a verificações de Conheça o Seu Negócio (KYB) e Anti-Branqueamento de Capitais (AML) para estabelecer números de identificação de comerciante (MID) em múltiplos adquirentes regionais.

    Cada MID é configurado dentro do gateway para lidar com tipos de transações específicos, moedas ou tráfego regional, com base nos padrões de volume típicos do comerciante e nos acordos comerciais com as respetivas instituições de adquirência.

  2. Fluxo de encaminhamento dinâmico de transações

    Quando um cliente inicia um pagamento, o sistema analisa o Bank Identification Number (BIN) e os dados da transação. O pagamento é então direcionado para o adquirente com maior probabilidade de garantir uma autorização.

    Esta lógica considera o desempenho histórico, as estruturas de custos e a localização geográfica do emissor para garantir o caminho mais eficiente.

  3. Autorização e comunicação com o esquema

    O adquirente selecionado encaminha o pedido de autorização para o esquema de cartão relevante. O esquema comunica então com o banco emissor para verificar os fundos e as credenciais de segurança, como o CVV ou 3DS.

    Este processo ocorre em segundos, com a resposta a ser retransmitida através do adquirente de volta para o checkout do comerciante.

  4. Ciclos de compensação e liquidação

    Uma vez autorizada, a transação prossegue para a fase de compensação. Cada adquirente na rede gere a transferência de fundos do emissor para a conta do comerciante.

    Os tempos e taxas de liquidação, incluindo as taxas de intercâmbio e de esquema, variam consoante a região e os termos específicos do Contrato de Serviços de Comerciante.

Por que importa

Otimização da taxa de autorização

A adquirência local geralmente resulta em percentagens de autorização mais elevadas em comparação com o processamento transfronteiriço. Os emissores frequentemente sinalizam transações internacionais como de alto risco, levando a taxas de recusa elevadas.

Ao encaminhar o tráfego através de um adquirente na mesma jurisdição que o emissor, as empresas podem minimizar estes falsos positivos e garantir um maior volume de conversões bem-sucedidas em toda a sua base de clientes global.

Redução dos custos de processamento

As transações transfronteiriças incorrem em taxas de intercâmbio mais elevadas e em margens adicionais de esquema. A utilização de uma rede global permite que as transações sejam tratadas como pagamentos domésticos quando equiparadas a entidades de adquirência locais.

Esta estratégia reduz efetivamente o impacto dos sobretaxas internacionais e das taxas de câmbio, que são frequentemente significativas quando se processa através de uma única instituição financeira não local.

Redundância e resiliência da infraestrutura

Interrupções técnicas ou mudanças no apetite de risco de um único adquirente podem perturbar a capacidade de um comerciante aceitar pagamentos.

Uma configuração multi-adquirente fornece um mecanismo de failover, garantindo que, se um ponto de extremidade estiver indisponível ou recusar um tipo de transação específico, o pagamento pode ser tentado novamente através de um parceiro alternativo.

Esta diversificação mitiga o risco operacional e mantém um fluxo de caixa consistente.

Casos de uso

Retalho de comércio eletrónico internacional

Retalhistas que vendem bens em vários continentes utilizam a adquirência local para evitar que os titulares de cartões domésticos enfrentem taxas de transação internacionais, o que reduz o atrito no checkout e diminui a probabilidade de abandono de carrinho.

Serviços de subscrição digital

Os fornecedores de SaaS com ciclos de faturação recorrentes globais utilizam adquirentes regionais para manter elevadas taxas de sucesso de renovação, uma vez que os emissores locais são mais propensos a aprovar transações MITs repetidas de adquirentes domésticos.

Viagens e hotelaria

Companhias aéreas e grupos hoteleiros processam transações de elevado valor envolvendo várias moedas, exigindo uma rede que possa lidar com requisitos de liquidação complexos e fornecer os dados necessários para uma reconciliação eficiente.

Operações de plataforma de marketplace

Plataformas com vendedores e compradores em diferentes regiões utilizam adquirência diversificada para gerir fluxos de pagamento complexos e cumprir as regulamentações financeiras regionais relativas ao manuseamento de fundos e requisitos de KYB.

Em números

2% to 6%
Aumento da Taxa de Autorização

Esta variação reflete melhorias típicas observadas quando os comerciantes transitam de modelos de adquirência transfronteiriça para modelos de adquirência local, através da redução das recusas de risco por parte dos emissores.

0.5% to 1.5%
Redução do Custo de Intercâmbio

Referências da indústria para poupanças em tráfego internacional de alto volume ao passar de taxas de processamento inter-regionais para domésticas em diversos esquemas de cartões.

<500ms
Latência da Transação

A sobrecarga técnica padrão para um motor de encaminhamento de alto desempenho selecionar um adquirente e iniciar o pedido de autorização numa infraestrutura global.

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O que obtém com Rede global de adquirência

  • Conexões redundantes a adquirentes Tier 1 nas regiões da Europa, América do Norte e Ásia-Pacífico.
  • Suporte integrado para métodos de pagamento locais, juntamente com os esquemas tradicionais de cartões de crédito e débito.
  • Failover automático e lógica de nova tentativa para transações que recebem uma recusa soft (soft decline) dos emissores.
  • Relatórios e reconciliação centralizados para todos os parceiros adquirentes através de uma única interface de painel de controlo.
  • Suporte para múltiplas moedas de liquidação para reduzir a exposição a flutuações do mercado cambial.
  • Categorização do tráfego utilizando Códigos de Categoria de Comerciante (MCCs) específicos para otimizar as rotas de autorização específicas da indústria.
  • Conformidade com as leis regionais de soberania de dados, processando dados sensíveis de pagamento através de infraestruturas locais.
  • Acesso a taxas de intercâmbio domésticas através da colocação regional estratégica dos fluxos de tráfego transacional.
  • Análise detalhada das razões de recusa para refinar as regras de encaminhamento e melhorar as taxas de sucesso a longo prazo.
  • Processos KYB simplificados para uma rápida expansão para novos territórios geográficos e segmentos de mercado.
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Perguntas sobre Rede global de adquirência

Quais são os principais benefícios de usar um adquirente local em vez de um adquirente transfronteiriço?

O principal benefício da adquirência local é a melhoria nas taxas de autorização. Os bancos emissores utilizam pontuações baseadas em risco que frequentemente atribuem valores de risco mais elevados a transações internacionais.

Quando uma transação é processada através de um adquirente doméstico, é tratada como um pagamento local, reduzindo significativamente a probabilidade de uma recusa por suspeita de fraude.

Além disso, a adquirência local permite que as empresas evitem as taxas de esquema transfronteiriças e as elevadas taxas de intercâmbio associadas a transações inter-regionais,

ao mesmo tempo que proporciona aos clientes a capacidade de pagar na sua moeda local sem incorrer em taxas de conversão bancárias adicionais.

Como é que uma estratégia multi-adquirente melhora as taxas de conversão de checkout?

Uma estratégia multi-adquirente melhora a conversão, reduzindo as recusas técnicas e baseadas em risco.

Se o adquirente principal de um comerciante sofrer uma interrupção de serviço ou recusar uma transação devido aos seus filtros de risco internos, uma rede global pode automaticamente redirecionar o pagamento para um parceiro adquirente secundário.

Esta redundância garante que a tentativa de pagamento do cliente permanece viável.

Além disso, ao aceder a adquirentes que se especializam em certas indústrias ou jurisdições, os comerciantes podem garantir que as suas transações são processadas por uma entidade que compreende o seu modelo de negócio e perfil de risco específicos, levando a menos falsos positivos.

Qual é o impacto típico nas taxas de intercâmbio ao usar uma rede global?

As taxas de intercâmbio são determinadas pelos esquemas de cartões e variam significativamente entre regiões.

Por exemplo, as taxas de intercâmbio no Espaço Económico Europeu (EEE) são limitadas para cartões de consumo ao abrigo do Regulamento das Taxas de Intercâmbio, enquanto as taxas nos EUA ou noutras regiões podem ser mais elevadas.

Ao utilizar uma rede global para encaminhar transações através de adquirentes locais, um comerciante pode aceder a estas taxas de intercâmbio domésticas.

Isto evita as taxas de intercâmbio 'inter-regionais', que são tipicamente o nível mais caro dos custos de transação, o que pode poupar ao comerciante entre 100 e 200 pontos base por transação.

Como é que o encaminhamento dinâmico decide qual adquirente utilizar para uma transação específica?

O encaminhamento dinâmico utiliza uma combinação de pontos de dados para selecionar o adquirente ideal. O sistema analisa principalmente o Bank Identification Number (BIN) do cartão para determinar o país de origem e a marca do cartão.

Considera também o montante da transação, a moeda e o Código de Categoria de Comerciante (MCC). Os motores de encaminhamento avançados também incorporam dados de desempenho em tempo real, como a latência atual e as taxas de autorização medidas para cada adquirente.

Se um adquirente estiver a ter um desempenho insatisfatório para um tipo de cartão específico, o sistema pode automaticamente desviar o volume para um parceiro mais eficaz para maximizar os pagamentos bem-sucedidos.

Pode uma rede global de adquirência ajudar com a conformidade com a PSD2 e a Autenticação Forte do Cliente?

Sim, uma rede global é essencial para gerir os requisitos regulamentares regionais, como a Autenticação Forte do Cliente (SCA) ao abrigo da PSD2 no EEE. Diferentes adquirentes e emissores têm níveis variáveis de maturidade técnica em relação aos protocolos 3-D Secure.

Uma rede permite que os comerciantes encaminhem o tráfego através de adquirentes que têm implementações 3DS robustas, garantindo que os desafios SCA são tratados corretamente.

Isto é particularmente importante para evitar 'recusas soft' (soft declines), onde um emissor solicita uma autenticação que a configuração técnica atual do comerciante pode não suportar, levando a uma venda perdida.

Qual é a diferença entre um gateway e uma rede global de adquirência?

Um gateway é o 'tubo' técnico que encripta e transmite os dados da transação do comerciante para o adquirente. Uma rede global de adquirência é uma infraestrutura mais ampla que inclui relações e integrações com múltiplos adquirentes em todo o mundo.

Enquanto um gateway pode ligar-se apenas a um ou dois processadores, uma rede global oferece uma gama mais vasta de pontos de extremidade. Isto permite um encaminhamento geográfico sofisticado e uma otimização financeira que um gateway padrão de um único adquirente não pode fornecer.

A rede atua essencialmente como uma camada de orquestração acima dos adquirentes individuais para gerir os fluxos de pagamento globais.

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